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PROVAS DE MARCHA: DICAS DE ALIMENTAÇÃO

Provas de Marcha

Provas de Marcha são provas de longa duração que requerem dos animais uma combinação de força e resistência, a fim de avaliar comodidade, rendimento, gesto de marcha e docilidade do cavalo. A marcha dos cavalos consiste no contato constante de dois ou três membros com o chão, diferente do trote, o que resulta na redução de atrito e impacto, permitindo um maior conforto ao cavaleiro. Dentro dessa modalidade existem duas variedades: marcha picada e marcha batida.

A maior diferença entre as duas variedades está nos tempos em que os cavalos ficam sobre cada apoio. Na Marcha Batida, os apoios laterais e tríplices acontecem em questão de segundos, ou seja, quase imperceptíveis, se comparados aos apoios diagonais, que são mais longos. Essa marcha torna o rendimento da caminhada maior, fazendo com o que o cavalo percorra uma distância maior com menos passos e é ótima para equitação esportiva. Já na Marcha Picada, os apoios laterais e tríplices estão mais presentes. Ou seja, durante o movimento ele passa mais tempo apoiado nas patas de mesmo lado ou de três patas simultaneamente. Como o nome sugere, a frequência de troca de apoios é bem maior na marcha picada fazendo com o que o animal leve mais passos para percorrer a mesma distância, se comparado com uma marcha batida.

Dentre as principais provas dessa modalidade, duas se destacam por suas importâncias no cenário brasileiro. A Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga Marchador, realizada em Belo Horizonte, no Parque de Exposições da Gameleira – que teve a edição de 2020 adiada para julho de 2021 em função da pandemia - e o Campeonato Brasileiro de Marcha (CBM). Ambos são apoiados pela Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Machador (ABCCMM) e acontecem anualmente.

 

Dicas de Alimentação

Os cavalos destinados às provas de marcha devem receber alimentação com fontes de energia variadas, como a gordura, presente na forma de óleos vegetais, que é uma fonte de grande importância para garantir a sustentação de períodos longos de esforço. Além disso, essa dieta também precisa conter fontes capazes de repor as reservas de glicogênio muscular, como os amidos contidos nos grãos presentes nas rações como o milho e a aveia.

Estudos comprovam que fornecer uma refeição rica em amido (ração) até uma hora e meia depois do término da prova ou do treinamento intenso ajuda a garantir a eficácia na reposição das reservas de energia musculares. Ao adotar essa prática, certifique-se sempre de que, ao oferecer a ração ao seu cavalo após o treino ou a prova, ele tenha voltado às condições de batimentos cardíacos e respiração de descanso. Outro ponto é em relação à reposição de eletrólitos, que acontece através do fornecimento de sal mineral, pois os animais perdem muitos sais durante a prova. O mineral pode ser servido à vontade, em cocho à parte, ou misturado à ração em quantidades de 50 a 80 gramas por animal por dia.

 

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